30 junho, 2016

Renascimento uma caixa de novas possibilidades


Ainda na senda de desvendar algumas ideias em torno dos Movimentos Artísticos, continuamos a nossa viagem. Agora, a nossa aterragem é sobre a perspetiva de entender o impacto que o renascimento teve na disseminação das mais variadas correntes artísticas que vieram posteriormente.
Contextualização histórica
Obs: para melhor entendimento desse nosso artigo, sugerimos a visite o artigo anterior da mesma linhagem: Gênesis dos Movimentos Artísticos
O período exato do surgimento do Renascimento divide os especialistas, mas a versão mais usada é de que começou mais ou menos no século XIV até ao XVIII. Numa altura que a Europa passava por várias transformações, a saber: a transferência do modelo económico  feudal para capitalista;  o enfraquecimento da Igreja e a ascensão da ciência, etc. Isso levou a cultura é redescobrir o homem e a natureza, através do racionalismo, empirismo e o mais importante, da pesquisa de postulados de pensadores clássicos como o Aristóteles, Platão e alguns primeiros padres da Igreja.
Consequências imediatas nas manifestações artísticas
Pintura – como o referido na artigo anterior (ver link sugerido), o homem era retratado apenas de forma bidimensional, na era medieval. No renascimento com aprimoramento da técnica da perspectiva o homem passou a ser representado de forma tridimensional.
Dá-se o ênfase ao homem porque o Renascimento é, também, caracterizado pelo antropocentrismo (homem no centro), ao contrário do teocentrismo da era medieval.
Os desenhos eram como que imitações da natureza, sem muitas abstrações

Música – Ao contrário do canto gregoriano, nesse período começam a surgir já arranjos polifónicos em várias vozes. Foi um período de grande avanço na orquestração e a música instrumental. No entanto a evolução deu-se paulatinamente.
Autor: Isis Hembe