03 agosto, 2016

O Pokémon Go: O jogo papão!


Pokémon Go, é um jogo electrónico “free to play”, ou seja, livre para jogar, criado pela Niantic.Inc, The Pokémon Company e a Nitendo destinado ao público dos Smartphones. O jogo que já prometia, antes mesmo do seu lançamento, que aconteceu em Junho deste ano (2016), duplicou a publicidade por ser associado a incidentes em diversas partes do mundo. E por outros motivos que desenvolveremos ao longo do artigo
Este jogo que tem provocado muitas reflexões filosóficas a respeito da alienação tecnológica da actualidade, merece direito a resposta. Ou, pelo menos, a presunção de inocência… Se não der para fazer nem uma coisa, nem outra, poderemos deixar a tarefa de “advogados do Diabo” de lado e analisar os prós e contras do mesmo.
O jogo aproximou as massas ao universo da Realidade Aumentada. Que consiste em unir personagens virtuais no cenário real do utilizador. Ou seja, com o Pokémon nós podemos jogar na nossa própria realidade captada pela câmara do telemóvel com participação com o Google Map. E essa conexão permite com que os Pokémons estejam adaptados ao nosso ambiente. Se estivermos numa floresta, por exemplo, poderá surgir um Pokémon do tipo floresta, que nos desafiará a ser acertado pela Pokebola.
Muita gente percorreu km de distância nas suas cidades para ver quais Pokemons sairiam dos cenários da realidade. Esse “passeios” causaram alguns acidentes de carros (o Pokemon não conhece as regras de trânsito) e, também, alguns locais do mundo foi identificado como  causa de alguns tumultos, segundo as autoridades locais
O jogo também oferece opções para cenários 3D que se aproximam um pouco do estilo anime de desenho.

Polémicas
Para além dos incidentes, o jogo levantou a polémica sobre a privacidade. Quando o pesquisador de segurança Adam Reeve, escreveu em seu blog pessoal, que nos termos de acessibilidade do jogo pediam até o acesso livre as contas de email do usuário. Podendo, inclusive, enviar emails.

Mas tanto o porta-voz da Niantic.Inc como o próprio pesquisador Adam Reeve em entrevista ao conceituado site de tecnologia The Verge, assumiram a possibilidade de isso ser apenas um erro que até então está sem data para sua rectificação.

Autor: Isis Hembe